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Topsy Turvy - O Espetáculo (Topsy Turvy)
Este filme não estava nos meus planos iniciais, daí eu estou no trabalho e um amigo me diz via ICQ, "vamos ver Topsy Turvy do Mike Leigh, o cara que fez Career Girls, que você viu ano passado e se amarrou". Ta aí algo que eu adoro fazer, entrar no cinema sem faezr a menor idéia sobre o que o filme se trata, "será que também tem The Cure!?". Que nada, Topsy Turvy significa "de ponta cabeça" e conta a história de Gilbert e Sullivan, respectivamente diretor e maestro de um teatro londrino que exibe óperas e musicais. Fofocas nos camarins e rixas mil, filme interessantíssimo, sobre tudo para criaturas como eu que nunca estiveram numa ópera (se bem que eu vi "Lês Miserables", conta!?).
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Cecil B. Demente ( Cecil B. Demented)
A mostra deste ano trás uma "retrospectiva John Waters", o papa do Trash. Neste mais recente trabalho, é narrada com muitas cores e adereços os planos de Cecil B. Demente, um diretor de cinema underground, pra lá de marginal e sua equipe. Armados de pistolas automáticas e fuzis, estes guerrilheiros do acetato seqüestram uma atriz hollywoodiana e a forçam a participar do seu filme, que consiste basicamente em registrar seus atentados contra produtores e distribuidores dos grandes estúdios hollywoodianos, além do próprio público destes filmes lamentáveis. A trilha sonora é do cacete, assim como os personagens e suas tatuagens.
Frase bacana: "Antigamente eu tinha vários problemas, agora eu só tenho um - as drogas."
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O garoto que queria ser Roberto Carlos (Tu que harías por amor?)
Este filme espanhol foi baseado num livro chamado "El niño que queria ser Roberto Carlos" sendo este o cantor e não o jogador do Real Madrid, como esperavam muitos. Parece que o livro realmente tinha uma referência ao músico da jovem guarda, mas a edição final do filme ignorou este e por isso o filme foi lançado na Espanha com o nome de "Tu que harías por amor!?". No entanto no Brasil, a fita retomou o título original. Quem explicou isso foram os produtor e Diretor do filme, presentes na seção. É um filme emocionante e triste, do jeito que eu gosto. Conta a historia de "Los Capitanes", três jovens habitantes de um bairro periférico de Madrid aonde a chapa é quentíssima. Presos à uma realidade que transita entre uma capital de primeiro mundo e a crueza, imundice e desesperança de um vilarejo pobre, estes jovens driblam a monotonia entregando-se a uma vida de crime e aventuras, trabalhando como "aviões" para um coroa traficante. Intrigas familiares, fofocas, assassinatos, contextos e o vírus do Hip Hop são alguns dos ingredientes desta trama.
Assim como "Meu nome é Joe" de Ken Loach e "O ódio" de Mathieu Kerozovitz o filme é interessantíssimo pois traduz o espírito da bandidagem européia, alimentada pela monotonia do seguro-desemprego (ou do sub-emprego) e sustentada por punhos, canivetes e um código de ética. Uma realidade bem distinta da brasileira, aonde o alimento é o desespero e o sustento fuzis AR-15 e AK-47. A trilha é do caralho, várias músicas de bandas contemporâneas espanholas, dentre elas algumas composições de Manu Chao. Mas que fique bem claro que eu não fazia a menor idéia disso até que o diretor me dissesse na saída do cinema. (claro que eu tive de ir lá elogiar o cara e perguntar a respeito da trilha) "Es uma miséria distinta, em españa no hay hambre...".
Frase bacana: "Pro pessoal do bairro existem dois tipos de pessoas, as pessoas decentes que ficam em casa com suas famílias e as pessoas perigosas (...) estas eles querem mais é que se matem pouco a pouco..."
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Boa de Briga (girlfight)
Diana Guzmán é uma bela e violenta estudante negra na periferia de new york. Os problemas de Diana tem sua gênese em casa, sua mãe suicidou-se depois de apanhar do marido, um machão que colocou o filho em aulas de boxe para "melhor prepará-lo para o mundo lá fora". Depois de várias encrencas e detentions na escola Diana decide começar a treinar no lugar do irmão (que na verdade quer mesmo é ser desenhista). A trilha sonora é fenomenal, batidas do hip hop, fundem-se com maracás e outros instrumentos percurssivos latinos. O final do filme é meio piegas mas este não perde por isso, o mais legal é o retrato cru de toda uma cultura minguante, de treinadores panameños e cubanos, com seus conselhos, chapéus de palha e camisas estampadas de seda.
Frase bacana: "Eu só queria ir pra algum lugar aonde não te matem por um par de tênis"
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E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? (O Brother, Where Art Thou?)
No "novo dos irmãos Coen" George Clooney lidera dois outros prisioneiros de uma prisão no Missisipi dos anos trinta. Com planos abertos valorizando a beleza das locações, uma trama completamente inesperada e muita comédia o filme te transporta muito bem para a realidade da época, dentre um carro roubado e outro, um churrasquinho de ratazana e o som de violão de um negro que vendeu a alma para o diabo e escapou da Kulx Klux Klan. Um filme de aventura inspirado na "odisséia" de Homero.
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Sexo, pudor e lágrimas (Sexo, pudor y Lágrimas)
Uma das novidades legais da mostra neste ano é a "mostra premiere latina", destinada a exibir lançamentos no circuito latino-americano, Cucaracha Zine amou! Quem espera encontrar apenas sombreros, lhamas, maracas e calaveras está profundamente enganado, da mesma maneira que filmes brasileiros não são obrigados a conter samba, mulata e futebol. Na verdade o mais interessante dessa mostra é conhecer os outros terceiros-mundos, com características semelhantes mas culturas distintas. Este filme conta a história de seis personagens, Miguel, um publicitário que abandonou seus ideais por uma vida yuppie e vive num apartamento bacana com sua esposa, Andréia - uma frígida escrava do cartão de crédito. No prédio da frente vive Carlos, um escritor frustrado, sustentado pela mãe, e sua mulher Ana, uma fotógrafa ninfomaníaca bem-sucedida. A vida de ambos os casais muda quando estes recebem visitas de rolos ancestrais, Maria, antropóloga e grande paixão da vida de Miguel, e Tomás, fotógrafo fanfarrão e ex-rolo de Ana. Após uma série de confusões e adultérios, os dois casais se dissolvem e cada um vai para um lado da rua, ficando num apartamento os homens, e no outro, as mulheres. O filme é uma comédia onde os personagens, presentes a entrar no novo milênio com seus vinte e tantos anos começam a dissertar acerca suas carreiras e vidas amorosas. É impossível não encontrar semelhanças ou referências à sua própria vida em cada um de seus personagens.
Frase bacana: "...não é que eu queira marcar mais pontos, eu só não quero muito envolvimento, mas na verdade, o que eu gosto mesmo é de bater punheta!"
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Pink Flamingos
Obra prima de John Waters, o papa do Trash. Este filme apresenta Divine, uma transformista que recebe o título de "pessoa mais nojenta do mundo" por um tablóide sensacionalista. Divine mora num trailer, com sua mãe retardada viciada em ovos, seu filho hippie psicopata, obcecado por galinhas e Cookie, sádica e voyeur. Tudo vai bem até que um casal de pedólatras que administram um serviço de adoção de bebês para lésbicas resolvem desafiar Divine e roubar o titulo de pessoa mais podre do mundo. Essa trama dá margem à coprofagia, cús cantantes e choriços. Impressionante, definitivamente o filme mais repugnante que vi na minha vida. Òtimo! Recomendo a todos os amigos!
Na mostra, logo após o filme é exibido um pequeno documentário, onde o John Waters do dia de hoje explica algumas cenas e apresenta cenas cortadas a montagem original.
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Human Traffic
"This is our world now". Um filme de geração!? Qual geração? Minha geração, uma geração desprovida de bandeiras fora a da liberdade individual de se fazer o que quiser em prol da diversão. A montagem, a fotografia e adireção do filme traz uma estética, colorida, picotada e com diversas referências a videogame, o que não é muita novidade depois de Trainspotting e outros filmes britânicos (como Jogos, trapaças e dois canos fumegantes), mas isso definitivamente não desmerece o filme, que realmente propõe-se a transmitir uma geração, e a estética de cinema entra nisso. O filme começa numa sexta feira, apresentando os personagens em seus trabalhos (um é vendedor de uma loja de discos e sonha em ser DJ, outro trabalha numa loja e é enrabado pelo chefe) e casas (dois moram sozinhos, duas minas dividem o quarto com um irmão mais novo e outro mora com os pais), depois todo mundo vai pra night. O irmão mais novo de uma das personagens acaba de chegar a maioridade, e está ansioso para conhecer o ecstasy, e proporciona um dos momentos mais engraçados do filme: um debate da ciência contra a experiência, isto é, os comentários de um professor de ciência do coleio sobre os efeitos da bala no corpo humano, e os relatos de um dos seus amigos mais velhos (que apenas manteve-se calado quando o doutor fala de um dos efeitos colaterais - a impotência).
O filme é bacana pois ao mostrar os aspectos da cultura clubber em Londres e Gales, mostra-nos também que a coisa é meio global. A bebedeira antes de chegar na boate, os esquemas para entrar sem pagar (o cara diz que vai fazer uma matéria e fotografar a casa, qualquer cão desses...), a "after" numa casa de família (onde a família provavelmente está viajando), a relação autodestrutiva consciente com as drogas e os problemas de relacionamento. Depois da sexta de zoeira, a ressaca e o almoço de família no domingo, na mesa: preconceitos e mentiras mil. No final dessa nada mais natural maratona de diversão ao extremo a conclusão: "It´s so hard to be cool". É pra pensar.
Frase bacana: "A gente sabe que vai detonar nossos cérebros. Ótimo! Vai ajudar a deixar pra trás os momentos difíceis..."
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Erva (Grass)
Midnight Movie. Nada mais clássico do que chegar na sessão de meia noite (numa segunda feira) e começar a encontrar vários amigos. "O que é isso Maconheiro!?". Faltavam quinze minutos pra sessão começar, sala cheia. Fui parar no gargarejo. No caminho cumprimentei metade da sala. Em seguida começa a sessão, com exibição de "Os idiotas mesmo", o mais recente curta de animação de Alan Sieber (da Toscographics o mesmo de "Deus é Pai" e "Negão bola oito Talk Show"). O maravilhoso curta, mostra quatro reuniões numa agência de publicidade chinfrin, tocada por um patrão porco, uma estagiária vagabunda, um muderninho paulistas e duas bichas. Eles tem de realizar um anúncio de TV para o "Relax 3000", um cigarro mentolado de baixo teores para homens que querem fumar cigaros de baixo teores mas não querem ser tachados de homossexuais. É de passar mal de rir.
Em seguida o "Erva" ("Grass"), um puta documentário a respeito da história da proibição da maconha nos Estados Unidos, e por conseqüência no mundo todo. O documentário trabalha principalmente com imagens de campanhas anti-drogas, assim como diversos depoimentos e animações. O filme é divido em blocos segundo as "verdades oficiais" do governo norte-americano a respeito da erva maldita e o volume de grana mandado pra vala na "guerra contra as drogas". O babado todo começou no início do século, quando, segundo o governo yankee-safado, imigrantes mexicanos começaram a passar a marihuana na fronteira com os estados unidos, o que teve de cowboy doidão não foi brincadeira. O governo então, mais preocupado com a invasão cucaracha (o termo vem do início do século) usou-se do exemplo de um famoso bandido mexicano, maconheiro e matador para lançar a primeira verdade oficial: "Se você fuma maconha, você mata gente". As campanhas em película eram ridículas, mostravam mexicanos passando baseados para cowboys que em seguida saiam matando geral. Não adiantou muito, de lá pra cá o consumo só fez aumentar. E vieram outras verdades oficiais, "Se você fuma maconha, você pode enlouquecer", "se você fuma maconha você se tornará num viciado em heroína" e até mesmo "se você fuma maconha você apóia ao comunismo". Por volta dos anos quarenta o filme apresenta um filho da puta que liderava o departamento anti-entorpecente da casa branca, um safado que empenhou todos os esforços para proibir primeiro o cultivo e tráfico e finalmente o consumo da droga, não só nos Estados Unidos como no mundo inteiro (pressionando a ONU, em 1961), isto é, se hoje a chapa ta quente da fazendinha à Bogotá a culpa é desse cretino infeliz.
Mas nem tudo é desgraça no filme, pelo contrário, há muitas cenas engracadissimas, seja na ridicularidade das campanhas proibicionistas, como nos resultados das várias pesquisas sobre o efeito das drogas no organismo, em todas não foi provado nenhum mal, apenas pessoas rindo à toa e ratinhos de laboratório perdendo o equilibro... A repressão contra o crescente consumo de maconha nos anos cinqüenta foi um dos estopins dos dias coloridos dos anos sessenta. De centenas de Spliffs acesos em Woodstock à Fuzis servindo de boings no Vietnã (onde mais de 50% dos soldados consumiam a erva) é definitivamente o começo da virada do jogo. Rolam vários debates "Porque meu filho que quase morreu pelo país no Vietnã vai pegar 15 anos de cana por puxar um fumo depois de voltar pra casa?"
E então vieram os primeiros passos no processo de descriminação da droga, a cultura das drogas de Cheech And Chong até Boings em formato de disco voadores e o dia mundial de luta pela legalização da maconha em NY, em 1998. Mais do que delírio apologético (a platéia vibrava a cada plantação de cannabis mostrada no filme) o filme é excelente por mostrar a guerra contra as drogas de um ponto de vista político, fundamentado em idéias conservadores, reacionárias e racistas, uma guerra que não fez mais que construir a maior máfia do globo e gastar mais de 300 bilhões de dólares. Lamentável.
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Sexo e Poder - Histórias da Alcova (Tops and Bottoms)
Esqueça tudo o que você (pensa) que sabe sobre sadomasoquismo, esqueça aquele dia em que você deu palmadas na sua namorada ou esta arranhou suas costas. Este filme trata do underground do SM&B, centrado na cena nova-iorquina. Com fotografia e música macabra, gótica e capirótica (com diversas imagens de gárgulas e uma narração com voz de tele-sexo) o filme choca não pelas imagens de pregadores, chicotadas, choques elétricos, cera de velas, tochas, silver-tape e consolos de toda espécie e sim pela história não só do movimento sadomasoquista, como da própria relação dominador-escravo. Imagens dessa espécie podem ser encontradas em menos de cinco minutos de busca na internet, no entanto informação sobre os clubes e tudo mais, enfim, informações sobre "the real thing" é mais complicado, o filme acompanha a trajetória de uma nova escrava de um conhecido dominador e vai dando aulas de história. O filme começa suas aulas na era vitoriana, mostrando primeiro imagens bucólicas e puristas, e em seguida o cotidiano de uma escola inglesa, com rituais, silêncio enquanto o mestre fala e a punição de palmadas na bunda em resposta a qualquer vacilo. Tais escolas formaram a mais alta sociedade inglesa, aquela que espalhou-se pelas inúmeras colônias e disseminou sua cultura retrógrada, escravagista e dominadora. Ainda bem que eles tiveram o Punk Rock para salva-los desse marasmo lastimável.
No entanto as imagens do filme que mais embrulharam meu estômago é quando as aulas de história chegam à Alemanha Nazista, aonde o documentário disseca tanto as táticas de influência e dominação de Hitler (que não convencia, mas conquistava sua platéia) como sua relação com Eva Braun...
Um filme sobre uma cultura tão atraente quanto revoltante. Um bom filme...
Frase bacana: "É mais ou menos o tipo de relação que o governo e a sociedade exerce sobre nós no dia a dia..."
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Tuvalu
Eu ia cometer um crime. Quando li a sinopse de Tuvalu, não achei nada d+ e desprezei o filme, nem se quer marquei uma bolinha ao lado. Mas aí chegando no botafogo cine, me deparei com o cartaz e achei lindo! Aí fiquei rascunhando os meus planos p/ encaixa-lo na lsita de filmes, até que uma amiga minha me disse que ia ver e acabei finalmente me decidindo! Vamos lá sessão de 9:45 pm, domingo, véspera da prova de quim e biologia! Foi lindo! O filme é magnific! Preto e branco quase sem falas, sme legenda, o pouco q é falado, é numa lingua perfeitamente entendivel mas não identificavel. Os atores são superexpressivos e os personagens gracisos e cativantes. o filme conta a história de uma piscina comunitária, uma especie de clube que você paga p/ nadar, as pessoas que trabalham p/ sua amnutenção e o sonho de algumas delas de um dia poder ser livre e fugir para a ilha de Tuvalu, que eles acreditam poder ser um paraíso. Só que esse lugar (a piscina) está caindo aos pedasços e tudo isso com um enrredo hilario e num cenario totalmete surreal! Todos os dias eu agradeço ao Pai do Céu por ter visto aquela maravilha!
resenha por Lilitz
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Virgens Suícidas
Minha mãe voltou da Zoropa um pouco antes do festival de cinema começar, e trouxe entre as inumeras listas de cds que eu fiz a Trilha de Virgin Suicides do Air, que nem estava na lista e que só quando peguei no cd soube que se tratava da trilha de um filme. Fiquei encatada com as musicas ( também né, Air, que garota que não fica suspitando?). Aí começou o festival e vi lá As Virgens Suícidas, de prima tasquei uma estrela do lado para eu ver o filme, nem que fosse pela trilha. É lindo e ao mesmo tempo, como explicita o título, trágico. As virgens são 5 irmãs belíssimas, que vivem enclausuradas em casa, por conta da mãe super concervadora e neurótica, que não as deixa fazer nada e um pai totalmente alienado ( professor de matemática, ta explicado. Brincadeirinha!). Entre aventuras e tentativas de suícidio elas encantam todos os meninos da vizinhaça e são um mistério para eles. Mas elas acabam ficando loucas com aquela prisão criada peos pais e a situação piora quando a irmã mais velha, Luxie, "apronta" e... Bem atrilha é lindíssimas e apesar de clima dramático, tem umas passsagens engraçadas. VAP!
resenha por Lilitz
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